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    Para os Jardins Efémeros 2012, concebi uma instalação destinada a uma funerária. Os caleidociclos podem ser girados infinitamente, mostrando semp… Read More
    Para os Jardins Efémeros 2012, concebi uma instalação destinada a uma funerária. Os caleidociclos podem ser girados infinitamente, mostrando sempre um lado/forma diferente, ciclo contínuo que em muito se assemelha à vida. Estas formas geométricas são a base da instalação. Para falar mais da vida que da morte, pedi a pessoas amigas que partilhassem pedaços da vida de alguém que os deixou. Esses legados estão inscritos nos caleidociclos, estendidos no gesto primordial da partilha, expostos para imortalizar quem os inspirou. Read Less
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Resiliências
 
No âmbito dos Jardins Efémeros 2012, foi-me feito um convite para conceber uma instalação que permaneceria durante o evento, na Funerária D. Duarte, em Viseu.
Optei pelos caleidociclos, círculos tridimensionais formados por tetraedros que por sua vez são formados por triângulos equiláteros. Estes sólidos podem ser girados infinitamente, mostrando sempre um lado/forma diferente, ciclo contínuo que em muito se assemelha à vida. Estas formas geométricas são a base da instalação.
E por querer falar mais da vida que da morte, pedi a pessoas amigas e conhecidas para partilharem pedaços da vida de alguém que os deixou: um conselho, uma frase, um conto que os lembra, uma fotografia. São esses os legados que estão inscritos nos caleidociclos, estendidos no gesto primordial da partilha, expostos para imortalizar quem os inspirou.