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O meu nome é Letícia Costelha, tenho 21 anos e frequento actualmente o curso de Escultura da Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto.

Numa ligação próxima daquilo que eu acredito ser o verdadeiro cinema - aquele que nos aproxima da nossa verdadeira realidade, aquele que nos estimula as mesmas sensações… Read More
O meu nome é Letícia Costelha, tenho 21 anos e frequento actualmente o curso de Escultura da Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto.

Numa ligação próxima daquilo que eu acredito ser o verdadeiro cinema - aquele que nos aproxima da nossa verdadeira realidade, aquele que nos estimula as mesmas sensações, emoções e conflitos que a vivência e o real nos transmitem, transportando-nos para lugares de familiaridade, conforto e nostalgia -, o foco principal do meu trabalho neste momento caracteriza-se por registar imagens que se encontram ao meu redor. Isto é, a minha rotina: a simplicidade do quotidiano, os gestos de cada pessoa, os costumes e práticas dos estranhos, vizinhos e conhecidos. Iniciando uma procura e uma investigação para captar nos momentos quotidianos dos outros uma sensação de reconhecimento, comodidade, familiaridade, proximidade, numa tentativa de transpor isso para o meu trabalho e de me aproximar às pessoas.

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My name is Letícia Costelha, I'm 21 years old and I’m a sculpture student at the Faculty of Fine Arts of the University of Porto.

In close connection with my own understanding of cinema - a form of expression capable of bringing us closer to unmediated reality, provoking a deeper understanding of the feelings, conflicts and emotions that make up our lived experience, transporting us to a place of familiarity, comfort and nostalgia - my work currently revolves around the visual documentation of my surroundings. Taking my daily routine as point of entry, I look to explore the simplicity of the mundane, captured in each person’s gestures, in the customs and ways of neighbours, acquaintances, and complete strangers. I have set out to capture short fragments from people’s lives, and to uncover in them a feeling of recognition, of commonality, which my work should hopefully convey as an attempt to bridge the gap of otherness. Read Less
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