Forte de Sto António da Barra
Forte de Santo António da Barra
Serigrafia sobre papel com aplicação de Folha de Ouro.
Serigrafia ou silk-screen, é um processo de gravura planográfica, fazendo a impressão de uma imagem numa superfície, no qual a tinta é vazada, pela pressão de um rodo ou espátula, através de uma tela preparada.
Na Serigrafia utiliza-se uma tela composta por uma trama feita de nylon, esticada num bastidor rectangular. 
A partir do desenho original, é feita uma matriz, que resultará numa imagem no bastidor. As áreas que não são para imprimir são bloqueadas permitindo que, por pressão de um rodo, a tinta chegue ao papel atravessando a tela apenas nas zonas não bloqueadas.
Existem testemunhos similares de impressão desde a Pré-história, onde nas paredes das cavernas podemos encontrar impressões negativas de mãos. Os japoneses e chineses também usavam este processo para imprimir sobre tecidos e papéis decorativos.
O processo começa com os primeiros esboços de estudo de sombras e composição…
Definida a composição, desenvolve-se o desenho final…
Após estar acabado, o desenho final para impressão é preparado numa película de acetato transparente.
Após estar pronto, o desenho é passado para uma tela com emulsão foto sensível, numa prensa com luz ultravioleta.

Todo o quadro fica bloqueado, excepto a mancha do desenho.
Paralelamente prepara-se o papel de impressão, onde é aplicada Folha de Ouro
Aplicação de verniz mordente com carmim.                                                              

Com todo o cuidado que este material requer, aplica-se a folha de ouro e em seguida, retira-se o excesso de ouro com um pincel, e a ajuda de uma boneca de algodão. 
De seguida, coloca-se cada uma das folhas de papel para impressão já Dourada, na mesa, alinhada com a Tela, e imprime-se o preto.
Repete-se o processo para cada folha já Dourada
O princípio básico da serigrafia é relacionado com o princípio do Stencil, uma espécie de máscara que veda áreas onde a tinta não deve atingir a superfície de impressão.
O termo serigrafia (serigraph, em inglês) é creditado a Anthony Velonis, que influenciado por Carl Zigrosser, crítico, editor e nos anos 1940, curador de gravuras do Philadelphia Museum of Art, propôs a palavra serigraph (em inglês), do grego sericos (seda), e graphos (escrever).
Inicialmente as telas eram feitas em Seda, actualmente são em Nylon.
É produzida uma edição limitada.
Cada serigrafia é numerada, titulada e assinada, normalmente a lápis, pelo artista.
Convencionou-se a assinatura à direita, o título ao centro e a numeração à esquerda.

Uma edição compreende todas as provas numeradas.
A numeração é feita por uma fracção, onde o denominador representa o total da edição e o numerador o número da cópia dentro da edição.
Exemplo para uma edição de 12 exemplares: 1/12 a 12/12.
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Edição Limitada de Serigrafias com aplicação de folha de ouro.
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