"BANCO DE SANGUE"


Num momento em que o país vivia o ápice de uma crise econômica, assunto que ganhou o enfoque da mídia, traçamos paralelos com uma outra crise: a baixa nos estoques de sangue. Assim, trouxemos a atenção para um outro assunto ainda mais importante e buscamos incentivar novos doadores constantes (que atualmente somam uma parcela ínfima da população). Esse caminho foi construido aumentando a importância do ato contínuo de doar, como um compromisso: abrir "uma conta(...) para que os nossos recursos continuem circulando". E recorrendo a analogias entre um Banco de Sangue e um banco na condição de instituição financeira, utilizando uma terminologia mercadológica para chamar a atenção do publico.

O filme começa propondo que “este banco”, "só trabalha no vermelho e enfrenta uma grande crise com a queda nas bolsas", expressões próprias das análises econômicas, que, com outros sentidos, também estão presentes no universo semântico dos bancos de sangue. 

Conclamando as pessoas a fazer sua doação e lembrando que “a vida dos outros também é da sua conta”, utilizamos, ao fim, o substantivo “conta”, que pertence também ao eixo sintagmático das terminologias bancárias - reunindo os dois sentidos no fechamento do texto, como uma retomada do conceito.

Pedro Carneiro - Ideia, Redação e Direção de Arte
Hamilton Carneiro - Ideia e Direção de Criação

Agência: Stylus Propaganda
Cliente: Secretaria de Estado de Saúde - Governo de Goiás
BANCO DE SANGUE
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