Taturana obliqua (Lonomia obliqua) é um tipo de taturana venenosa. Seu primeiro ataque registado foi em 1989. Desde então, morreram ao mínimo seis e 300 pessoas se feriram somente em Passo Fundo, onde ela é mais comum. O único tratamento possível para a intoxicação pelo veneno dessa taturana é o soro antilonômico.
Nativa das matas do sul do Brasil, viviam em comunidades sobre cedros e aroeiras. Com o desmatamento passou a viver em pomares domésticos. Estudos sobre seus predadores naturais não encontraram aves nem mamíferos que as comam, o que indica a possibilidade de que estejam extintos, já que as cerdas são defesas contra esse tipo de animais. Desde que foi desenvolvido o soro antilonômico, os acidentes com esta taturana deixaram de ser fatais.