“Assim como as pessoas, as casas morrem. Cumprem suas funções e desaparecem de nossas vidas. Sobram as lembranças, as fotografias e alguma coisa imprecisa, talvez história, talvez saudade. Ao contrário dos seres humanos, ninguém chora pelas casas que desaparecem da paisagem urbana. Há quem julgue que as casas são apenas utilitários, objetos descartáveis - invólucros de nossas intimidades. Paredes, portas e janelas seguem um calendário de perplexidades, um período segmentado da ilusão(...) “
_Raul Arruda Filho
Entre cinzas
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Entre cinzas

A Ideia desse ensaio era encontrar muito mais do que simples paredes maltratadas pelo tempo, mas algo que revelasse no local, algum tipo de histó Read More
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