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    Esta é uma pequena série com apenas três imagens. Este trabalho, inspirado pela obra de Fernando Botero, representa, através da forma, alguns víc… Read More
    Esta é uma pequena série com apenas três imagens. Este trabalho, inspirado pela obra de Fernando Botero, representa, através da forma, alguns vícios e a estaticidade do homem. Enquanto as figuras rotundas do artista colombiano são interpretadas como uma crítica social, estas imagens se voltam para o indivíduo. Aqui, a forma surge como uma maneira de representar a preguiça, a ociosidade e a procrastinação. Read Less
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Formas e traços de arte urbana, buscando expressão e inclusão dentro e fora do Centro Cultural Banco do Nordeste Sousa, João Naccarato (SP), Vito Quintans (PB), Alex de Brito (PB) e Ri Maia (PB) expõem suas formas em trações com os quais brincam, pesquisam, denunciam e questionam o contemporâneo, promovendo o diálogo entre os artistas e a comunidade. Através de intervenções urbanas João Naccarato altera locais de vivência aproveitando alguns detalhes sinuoso que destaca enquanto interfere, promovendo interação entre o público e as formas despercebidas pelo cotidiano. Vito Quintans questiona a forma e o traço em seus limites, quando um traço pode se tornar uma forma e construir significados transformando o conjunto da obra. Em um meio tempo os artistas se encontram e dialogam entre as linguagens. Alex de Brito e Ri maia procuram provocar questionamentos sobre as imposições direcionadas à mulher do contemporâneo, algumas vezes transferindo para o papel nossa participação omissiva nos vários tipos de violência a elas imposta. Utilizando formas, trações e materiais diversos universalizam sua linguagem e consequentemente pluralizam os públicos que dialogam. O VII Agosto da Arte promovido pelo Centro Cultural Banco do Nordeste permite aos artistas intervirem nos espaços com humor, crítica social, liberdade de expressão e consciência. Utilizando e resignificando as linguagens e formas disponíveis aos sujeitos, alterando, assim, entre os artistas e público o papel de produtor e receptor destes significantes e significados. Mateus Sarmento