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Marketing é um tanto mais de ciência, e um pouco menos de intuição. Já propaganda é um pouco mais de intuição e um tanto menos de ciência. Aliás, de onde vem a ideia? A ideia, segundo Augusto dos Anjos, vem da psicogenética e alta luta, do feixe de moléculas nervosas, que, em desintegrações maravilhosas, delibera,… Read More
Marketing é um tanto mais de ciência, e um pouco menos de intuição. Já propaganda é um pouco mais de intuição e um tanto menos de ciência. Aliás, de onde vem a ideia? A ideia, segundo Augusto dos Anjos, vem da psicogenética e alta luta, do feixe de moléculas nervosas, que, em desintegrações maravilhosas, delibera, e depois, quer e executa. Pois é, por isso parece que o mercado de marketing e/ou propaganda, tem cada vez mais encontrado dificuldades para entender o seu timing exato, que só é plenamente identificado quando obedece rigorosamente aos pressupostos da eficiência e não do tamanho da verba.

A Zebra Pop propõe uma nova forma de capacitação e atualização profissional: a Gestão Compartilhada de Marketing, pois multifuncional, agiliza o gerenciamento de crises e/ou situações de oportunidades. O jornalista Nelson Rodrigues escreveu que “as grandes convivências estão a um passo do tédio”; sem saber já diagnosticava o problema fundamental da relação comercial entre agências e anunciantes: a falta de ousadia e de experimentação, ou seja, cumprir com a necessidade básica de conhecer novas ideias, pouco importando a fonte e/ou origem das mesmas.


ACEITAMOS VERBAS INFERIORES A UM MILHÃO DE REAIS
Verbas não existem, verbas são geradas, sentenciou há muito Roberto Duailibi, um dos fundadores da lendária DPZ, hoje DPZ&T do Publicis Groupe. Pois é, o último item com o qual normalmente a gente se preocupa é com o tamanho da verba do cliente. Por incrível que pareça.

Toda vez que a Zebra Pop faz uma apresentação, o que realmente nos deixa em pânico é o medo de não ser capaz, mais uma vez, de gerar uma estratégia criativa que faça o potencial cliente superar suas adversidades mercadológicas, disputar mercado em condições de igualdade com os concorrentes, e até superá-los, e vender mais, e mais e mais. Quando a gente consegue, e isto acontece em 80% das vezes, a certeza de que o final será feliz é absoluta, e a tal da verba surge, o cliente anuncia mais, vende mais, anuncia mais, vende mais e o ciclo virtuoso se completa. Read Less
Se alguém tiver razões, sejam elas quais forem, para qualquer reclamação, a esta altura do campeonato, sinto muito, mas pelo que se sabe, redes sociais ainda não chegam lá em cima, onde está Mamãe Iracema, descansando em uma nuvem qualquer. Sim, porque a responsabilidade por eu ter virado publicitário é toda dela,… Read More
Se alguém tiver razões, sejam elas quais forem, para qualquer reclamação, a esta altura do campeonato, sinto muito, mas pelo que se sabe, redes sociais ainda não chegam lá em cima, onde está Mamãe Iracema, descansando em uma nuvem qualquer. Sim, porque a responsabilidade por eu ter virado publicitário é toda dela, e aos muitos pontapés na canela que levei. Aliás, Maria Augusta Nunes Medeiros, grande publicitária, não se cansa de dizer:

- Nunca conheci alguém que se torne tão criativo quanto o Roberto Pintaúde, ao tomar uns pontapés na canela. Claro, antes que alguém se confunda, são pontapés metafóricos. E lá vou eu, tentando como aconselhou o poeta, ser gauche pela vida. Marketing e/ou propaganda? Pois é. Por ora, minha recomendação é: vá de Zebra Pop. Vá que dê certo né?! Read Less
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