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Todos os jogos de Grand Slam da era aberta do tennis

  • Datavis com todos os jogos de tênis em Grand Slams na era aberta

  • In thegraphic below, we have a set of names listed in a circular way and ordered by age. This set contains the names of all players that hadparticipated at least once at any edition of one of the major tennistournaments (Australian Open, Roland Garros, Wimbledon and U.S. Open)since 1968. Above each name, there is the number of victory's thatplayer has in his career at grand slam's. Each arc between two labelsrepresents a match between this two players and the arc's color shows at witch one of the four grand slams the clash occurred. Also,the line's color is stronger as higher is the round where the twoplayers played. It would be simple if weren't 40000 games. Even withthe lack of clarity, we can perceive some obvious information, butstill well graphically displayed. For example, the large amount ofshort arcs, when the players are organized by birth, indicates that aplayer plays much more with people of his own generation than withpeople of another generations (the longest arcs). Other interestinginformation is that this layout indicates a Small World Network(clustering or average shortest path weren't measured), which wouldbe plausible, because beyond the chronological ordered players, alsoa knockout tournament is nothing more than a dendrogram.
  • No gráfico abaixo, os nomes de todos os jogadores que já participaram de algum dos quatro grandes torneios do tênis (Australian Open, Roland Garros, Wimbledom e U.S. Open) desde 1968 estão listados de forma circular e em ordem de idade. Acima do nome está a quantidade de jogos ganhos em toda a carreira deste jogador em grand slams. Cada arco entre um jogador e outro representa um jogo entre os dois e a cor do arco diz em qual dos quatro o confronto ocorreu. Quanto mais alta foi a rodada em que ocorreu o encontro, mais forte é a cor da linha. Seria algo simples se não fossem 40.000 jogos. Mesmo com toda a falta de clareza, pode-se retirar algumas informações óbvias, porém bem representadas graficamente. Como por exemplo, a grande quantidade de arcos curtos quando os jogadores são organizados por nascimento indica que um jogador qualquer joga muito mais com pessoas da sua geração do que com pessoas de outra geração (arcos mais longos). Outra informação interessante é notar que este layout indica uma rede Mundo Pequeno (não foram medidas clusterização nem  média do caminho mais curto), o que seria plausível de se inferir, pois além da organzação temporal, a estrutura de um torneio eliminatório não é nada mais que um dendrograma.
  • detalhe aproximado de uma das bordas do gráfico. Uma das grandes dificuldades é como considerar e relacionar os macro e micro aspectos visuais
  • Como funciona um layout quando se tem uma quantidade absurda de informação? Esta é uma pergunta que me acompanha há muitos anos e só agora tive um pouco de tempo para explorá-la. Neste experimento, existem duas questões interessantes sobre o assunto. Primeiro, o papel do computador neste processo, pois acredito ser uma ferramenta indispensável para este tipo de produção e segundo, como organizar a informação sem esconder/filtrar/sintetizá-la demais? Mesmo admitindo que todo processo de materialização opera sob algum tipo filtro, a questão aqui possui uma dimensão um pouco diferente. Neste contexto, sem esconder ou sintetizar, como poderemos dizer que a quantidade de informação é absurda? Executar tais operações descaracterizariam o objeto. Enfim, é um treco meio inacabado, mas que serve para ajudar a pensar sobre esse tipo de coisa.