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Bēhance

Dona Criola - Identidade Visual

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  • O ponto de partido do projeto, foi um briefing bem "amplo" e "complexo": "Estamos montando uma loja vintage, que irá vender bijouterias, roupas e acessórios, aqui em Macaíba (RN) e precisamos de um logotipo e identidade visual. Já escolhemos o nome, será "Dona Criola."

    Iniciei a execução do projeto, buscando entender todos o significados culturais e históricos do termo CRIOLO, para depois fazer uma relação com o contexto VINTAGE e tentar linká-los de alguma maneira.
  • Versão final da marca Dona Criola, o símbolo representa a cultura afro-brasileira, é um síntese de CABELO ENROLADO, termo muito utilizado de maneira pejorativa para se referir aos negros. Também representa a multiplicidade cultural afro, dando a idéia de mistura, além de ser um elemento assimétrico e rústico.
    A tipografia vernacular, reforça toda a idéia de popular, rústico. E gera um grande diferencial com seus concorrentes, que em sua grande maioria, utilizam propostas tipográficas mais clássicas (caligráficas).

     
  • Elementos chave para a execução do projeto em minha pesquisa:
    Macaíba, fruto com grande importância no estado do Rio Grande do Norte.
    Cultura Afro-brasileira;
    • Síntese de Nativos + Aborígenes + Indígenas , que são sinônimos do termo CRIOLO (que reforçou a necessidade de elementos rústicos e assimétricos no projeto);
    • Contexto Fashion Vintage.

     
  • A busca por elementos orgânicos e assimétricos nos esboços.
  • A pesquisa gerou uma avalanche de referências visuais, gerando literalmente um liquidificador de informações. VINTAGE + ABORÍGENE + NATIVO + CULTURA AFRO BRASILEIRA + INDÍGENA + MODA.
    Alguns termos que podem especificar o caminho semântico para a criação do símbolo.

     
  • Para fazer um link entre o símbolo e o logotipo, tendo em vista que a mesma será instalada no nordeste, e reforçando o conceito de NATIVO do termo CRIOLA, a escolha mais viável era a de uma tipografia vernacular, e de preferência de um brasileiro. Fiquei em dúvida entre a Brasilêro de Crystian Cruz e a 1 Rial de Fátima Filizola. O uso dessa tipografia, além de agregar todo esse valor cultural, também é um diferencial com seus concorrentes, que em sua grande maioria, utilizam tipografia manuscritas.
    A utilização da tipografia dá ainda mais originalidade a marca.

     
  • A paleta de cores partiu do contexto vintage, pelo menos nas pesquisas que fiz, havia muita presença de rosa e cores similares no contexto dos anos 50 e 60. Por uma questão econômica, a utilização de preto e magenta é viável, é uma "ponte" entre o passado e o contemporâneo.
  • Utilizei a versão free da Brasilêro, de Crystian Cruz.
    http://crystiancruz.tumblr.com/

     
  • Algumas bases para aplicação em fundos distintos.
  • O projeto desenvolvido para a marca, é um dos destaques da edição de Agosto / 2013 da Revista Computer Arts, que tem circulação nacional. Com destaque no índice e mais três páginas na seção Portifólio.
  • O projeto é um dos destaques no índice da revista.